
A dor da perda da filha em um acidente de trânsito levou Andreia Manes, de Rio Negrinho, no Planalto Norte de Santa Catarina, a transformar o luto em uma iniciativa de solidariedade voltada a famílias em situação de vulnerabilidade.
A filha, Alethea Paulline Alves, tinha 22 anos, era estudante de Medicina e sonhava em seguir carreira na pediatria. Ela morreu em 12 de junho de 2025, após o carro de aplicativo em que estava se envolver em uma colisão frontal com outro veículo na BR-158, no anel viário de Campo Mourão, no Paraná.
Na época, Alethea cursava o quarto período de Medicina e viajava para Cascavel, onde pretendia comemorar o Dia dos Namorados, quando ocorreu o acidente.
Em memória da filha e como forma de manter vivo o sonho que Alethea tinha de cuidar de crianças, Andreia criou o Projeto Menina Alethea. A iniciativa foi inaugurada em 20 de maio de 2026, em parceria com a Fundação Hospitalar de Rio Negrinho.
O projeto arrecada doações para a montagem de enxovais destinados a recém-nascidos de famílias em situação de vulnerabilidade social. Os kits podem conter fraldas, roupas, mantas, lenços e outros itens essenciais para os primeiros cuidados com o bebê, além de materiais utilizados na confecção dos enxovais.
A iniciativa conta com o apoio de amigas e voluntários e recebe doações de qualquer valor. Conforme a família, uma contribuição de R$ 60 pode auxiliar na montagem de um enxoval completo.
Para Andreia, cada kit entregue representa uma maneira de manter viva a história da filha e levar adiante o amor que Alethea tinha pelas crianças.
“Que cada gesto de carinho leve um pedacinho da Alethea a muitas famílias, mantendo sua memória viva e seu legado de amor para sempre”, afirmou a mãe.
Foto: Redes Sociais/Reprodução/ND Mais
Fonte: Portal diário com informações de William Fritzke.















