
BioSaúde aposta em criatividade e humanização para tornar a coleta de sangue mais acolhedora para as crianças
Um laboratório do interior do Rio Grande do Sul está chamando a atenção de profissionais de saúde de diferentes regiões do Brasil — e até do exterior — por uma iniciativa inovadora voltada ao atendimento infantil.
O Laboratório BioSaúde, de Crissiumal, vem investindo em um novo conceito de coleta infantil lúdica, utilizando dispositivos especialmente desenvolvidos para tornar o momento da coleta de sangue mais leve, acolhedor e próximo do universo das crianças.
Entre as novidades estão dispositivos em formatos lúdicos, como aviões, que transformam o material utilizado durante a coleta em um elemento de interação com a criança. A proposta é fazer com que o procedimento deixe de ser visto apenas como um momento de medo ou ansiedade e passe a ser uma experiência conduzida com criatividade, acolhimento e respeito às necessidades individuais de cada criança.
Segundo a Dra Karin, proprietária e gestora, o BioSaúde foi o primeiro laboratório do Brasil a adquirir esses dispositivos lúdicos para utilização nas coletas infantis, iniciativa que vem despertando interesse de profissionais e laboratórios de diversas partes do país.
“Nosso objetivo é ir além da coleta de sangue. Queremos olhar para a criança, entender suas necessidades e encontrar formas de tornar aquele momento mais tranquilo. Cada criança é única, e a nossa abordagem também precisa ser”, destaca Dra Karin.
A inovação já começa a abrir novas portas. De acordo com o BioSaúde, laboratórios de diferentes estados brasileiros e até de outros países estão entrando em contato para conhecer os dispositivos e o trabalho desenvolvido com as coletas lúdicas.
O que começou em um laboratório do interior gaúcho está, dessa forma, ganhando novos horizontes e colocando Crissiumal no mapa da inovação em atendimento laboratorial infantil.
Para a Dra Karin BioSaúde, esse reconhecimento representa muito mais do que uma novidade tecnológica. É também o resultado de anos de experiência profissional, criatividade e busca constante por um atendimento mais humanizado.
A iniciativa da Dra Karin também reforça a importância de olhar para as crianças neurotípicas e atípicas, respeitando diferentes formas de comunicação, comportamento e expressão durante o atendimento. Agora utilizando pranchas de comunicação para crianças não verbais.
Entre os diferenciais que vêm sendo incorporados ao atendimento está justamente o uso de pranchas de comunicação e recursos de comunicação não verbal. A equipe vem se especializando cada vez mais nesse tipo de abordagem, buscando oferecer alternativas para crianças que são autistas e que ainda não conseguem se comunicar verbalmente.
A utilização das pranchas permite que essas crianças tenham uma forma alternativa de expressar necessidades, sentimentos e preferências durante o atendimento, contribuindo para uma experiência mais acolhedora e adaptada às características de cada paciente.
Com criatividade, conhecimento e coragem para inovar, o laboratório mostra que grandes ideias também podem nascer no interior — e alcançar muito além das fronteiras do Rio Grande do Sul.
Fonte: Portal diário



















