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O enoturismo está crescendo no RS — e a Fronteira Noroeste faz parte desse movimento!

 Um relatório divulgado em 2025 apontou um crescimento significativo do enoturismo no Rio Grande do Sul — mostrando que essa vertente do turismo está se consolidando como um dos principais produtos turísticos do Estado: o número de experiências enoturísticas comercializadas cresceu 57,8% em comparação com 2024, com mais de 71 mil tickets vendidos ao longo do ano. Esse avanço demonstra que mais visitantes estão buscando tours, degustações e vivências gastronômicas nas regiões vinícolas gaúchas, contribuindo para a geração de valor, permanência dos turistas e impacto econômico nas regiões produtoras.

O relatório Report Enoturismo Rio Grande do Sul 2025 foi apresentado em evento em Bento Gonçalves e mostra que o público que procura experiências de vinho está cada vez mais nacional — com grande parte dos visitantes vindos de fora do estado, especialmente do Sudeste.

Esse crescimento fortalece ainda mais o turismo no Rio Grande do Sul e abre oportunidades importantes também para quem atua no enoturismo rural e nas rotas vinícolas de regiões como a Fronteira Noroeste do estado, onde nos últimos anos temos visto o avanço do cultivo de uvas, o surgimento de novas agroindústrias de vinhos artesanais e produtores apostando na diversificação da produção rural, unindo agricultura, turismo e identidade local.

Esse cenário abre novas oportunidades:

– Geração de renda no meio rural

– Valorização da agricultura familiar

– Fortalecimento do turismo regional

– Experiências autênticas para quem busca destinos novos e menos explorados

A Fronteira Noroeste tem clima, paisagem, tradição e gente que sabe produzir. Com planejamento e divulgação, o vinho pode se tornar mais um grande atrativo turístico da nossa região.

Para Vanderlei Lermen, gestor do projeto Turismo Noroeste Gaúcho, é preciso organizar uma rota da uva e do vinho na região. “Temos várias propriedades rurais que investem no plantio de uvas e abrem as porteiras na época de safra em formato de colhe e pague, e diversas agroindústrias voltadas ao vinho, espumantes e sucos de uva. A organização e divulgação desses empreendimentos é muito importante para o desenvolvimento do enoturismo.

Vanderlei também destaca que temos um diferencial importante na região. “Aqui a colheita da uva começa mais cedo que em outras regiões do estado, como a serra gaúcha. Geralmente temos uva disponível já no período de Natal e Ano Novo, o que favorece a atração de turistas que gostam de viajar nessa época e oportuniza ao produtor aproveitar melhores preços da fruta. Estamos tentando organizar uma rota da uva e do vinho na região, para divulgar dentro do nosso projeto, porém o nosso desafio ainda é de convencer tanto os empreendimentos como os municípios da importância dessa organização e divulgação em conjunto”.

O projeto Turismo Noroeste Gaúcho divulga nas redes sociais o potencial turístico da região. Para acompanhar acesse no Facebook e Instagram “Turismo Noroeste Gaúcho”.

Fonte: Vanderlei lermen

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